03 de Outubro de 2012 • 20:12
Dan Wieden deu exemplo de simplicidade e ousadia Crédito: Gustavo Scatena
Na tarde desta quarta-feira, 03, os painéis do MaxiMídia começaram tratando das “Vozes da classe média”, com a presença de Moreira Franco, ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e Renato Meirelles, CEO do Data Popular, com moderação do jornalista e professor Heródoto Barbeiro. Na sequência, um time de grandes anunciantes – Cris Duclos, da Vivo; Murilo Moreno, da Nissan; Robert-Hein Schermers, da Unilever e Frederico Trajano, do Magazine Luiza – debateram com Pyr Marcondes, diretor da plataforma Proxxima, os desafios do novo gestor de marketing, que agora precisa ser “multitudo”.
A inovação, que está na moda, foi o tema do penúltimo painel “Inovar é preciso, mas como fazer?”, discutido por Abel Reis (Agência Click Isobar), Adriana Knackfuss (Coca-Cola), Mentor Muniz Neto (Bullet Talkability Group) e Rony Rodrigues (Box 1824), também com moderação de Pyr Marcondes.
E como sobremesa, nesse banquete de inteligência, Dan Wieden, da Wieden+Kennedy, destacou a importância de falhar, de não ter medo de ousar. Apesar de ser um dos publicitários mais importantes do mundo, teve uma postura de simplicidade, destoando do estereótipo de autoexaltação da classe. “Quero manter a minha independência. Posso falir, mas não vou vender (a agência)”, declarou. Com isso, atraiu não apenas criativos, mas todos os demais profissionais que prestigiaram o último dia do MaxiMídia 2012.
Crédito: TV Meio & Mensagem